Ideias Soltas no Ar

As ideias podem não ter mais acento, mas ainda continuam as mesmas (ou quase).

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Um Contrato com Deus e Outras Histórias do Demônio

Publicado por Marco Rigobelli em 22/06/2009

Se quiser queimar, pense duas vezes e me dê seu exemplar

Se quiser queimar, pense duas vezes e me dê seu exemplar

Qual não foi minha surpresa quando assistindo um SPTV vi a matéria sobre o pedido de recolhimento de uma das maiores obras-primas da história dos quadrinhos, Um Contrato com Deus e Outras Histórias de Cortiço. Obra definitiva do mestre Will Eisner, criador de Spirit e responsável pela definição das Histórias em Quadrinhos modernas como elas são.

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[Resenha/Games] Prototype – PC, PS3, Xbox 360

Publicado por Marco Rigobelli em 19/06/2009

Ele é quase uma mistura do Homem-Aranha com o Carnificina

Ele é quase uma mistura do Homem-Aranha com o Carnificina

A Indústria dos games cresceu tanto nesses últimos anos que a quantidade de jogos parecidos, lançados na mesma época é imensa. Isso não pode ser considerado plágio ou massificação, é o crescimento que leva a algo assim, crescimento que torna esse mercado cada vez mais e mais competitivo fazendo com que mesmo tendo dezenas de jogos iguais sendo lançados ao mesmo tempo, apenas os realmente bons conseguem permanecer.

Esse é o caso de Prototype, jogo que engana pelos trailers, parecendo só um mais do mesmo violento com características da aclamada série GTA e detalhes muito semelhantes aos do exclusivo para PS3, InFamous.

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[Resenhas / Games] Revista Edge Brasil

Publicado por Marco Rigobelli em 18/06/2009

Capa da edição #1

Capa da Edição #1

Resenhas de revistas não são comuns em lugar nenhum, por isso saio na frente publicando esta sobre o novo lançamento da Editora Europa em substituição à Gamemaster. A edição brasileira de famosa revista britânica Edge.

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Inumanos no Contos da União Humana

Publicado por Marco Rigobelli em 18/06/2009

Exatamente! Outro conto meu em outro blog. Leiam o conto de ficçã-científica intitulado “Inumanos” em http://uniaohumana.blogspot.com/

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O mercado brasileiro de quadrinhos não é uma estrada de tijolos amarelos

Publicado por Marco Rigobelli em 16/06/2009

Isso aqui é da época em que se amarrava cachorro com linguiça

Isso tudo é da época em que se amarrava cachorro com linguiça

Chamar a Indústria Brasileira de Quadrinhos de “Indústria” é um elogio com muito boa vontade. Anos atrás esse título era válido e merecido, hoje não.

Sim, ainda temos Turma da Mônica, e o enfadonho Turma da Mônica Jovem, adaptações de obras literárias, almanaques de tiras. Tudo isso faz muito bem para o mercado, mas não constitui a totalidade dele, muito menos tudo o que ele pode e precisa cobrir. Faltam obras, muitas delas são sim publicadas, mas de forma independente ou amadora, tornando seu conhecimento no mundo mainstream complicada.

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Um conto meu, mas não aqui…

Publicado por Marco Rigobelli em 17/04/2009

Hoje oficialmente sou parte do grupo do blog Puta, meu! já que meu primeiro conto foi publicado lá.

O nome dele é O Relojoeiro e vocês podem lê-lo no seguinte endereço: http://putameu.blogspot.com/2009/04/o-relojoeiro.html

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Twitter e a Seleção Natural

Publicado por Marco Rigobelli em 16/04/2009

Twitter Fail!

Twitter Fail!

O Twitter é a sensação do momento na internet. O mais engraçado é que isso aconteceu logo depois dele quase ter partido dessa para uma melhor. Ele é o responsável pela popularização do termo “Microblogging” no qual você ganha um espaço de 140 caracteres para escrever qualquer coisa. Qualquer coisa mesmo. Leia o resto deste post »

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O Brasileiro e a Censura

Publicado por Marco Rigobelli em 07/04/2009

censoredUltimamente, com as leis de Liberdade de Imprensa caindo feito técnico de futebol no Brasil, manifestações pulam por todos os lados a favor de dar um fim no último resquício de ditadura que resta ao páis. E é a tal da ditadura a responsável por uma das manias mais irritantemente constantes no âmago do brasileiro.

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[Resenhas/Cinema] Watchmen – O Filme

Publicado por Marco Rigobelli em 10/03/2009

Achou mesmo que eu não colocaria nenhuma piadinha idiota aqui?

Achou mesmo que eu não colocaria nenhuma piadinha idiota aqui?

Falar de Watchmen é complicado para 90% dos fãs de quadrinhos e nerds em geral. Eleita uma das maiores obras de literatura da história, ela mexeu e ainda mexe com muitos sentimentos e conceitos, até então, pré-estabelecidos a respeito das histórias em quadrinhos e do universo dos Super-Heróis.

Creio que na verdade, até Watchmen e Batman – O Cavaleiro das Trevas os quadrinhos nunca tiveram uma obra símbolo, personagens símbolo sim, às dezenas, mas uma obra que fosse importantíssima por si só independente de quem a protagonizasse. Não.

Foi então que alguns anos atrás, em um Easter Egg dentro de um dos trailers do ótimo 300 o que já era fato foi oficializado: Watchmen seria finalmente adaptado aos cinemas e com a direção de Zack Snyder. Muito tempo se passou, com a divulgação do elenco, o temor dos fãs, protestos do roteirista Alan Moore (que se você não sabe quem é, retire-se deste blog agora!) e dúvidas sobre como tudo seria feito. Até o primeiro teaser, aclamado por grande parte daqueles que o viu, trazendo um fôlego que parecia ter se esvaído, junto com o aperto no coração dos fãs, tudo parecia muito bom. Mas ainda precisávamos ver para crer. Então no dia 6 de março de 2009 o filme teve sua estréia mundial.

Prós

  • Como bem definiu o Mushisan: “Watchmen não é um filme, é uma transposição quase literal de uma obra entre mídias.”, a útlima vez que tive a sensação de ler HQs em movimento foi com 300 do mesmo diretor. Esperava por algo assim e não me decepcionei.
  • Na verdade, não sei em qual ponto colocar esse quesito, mas como eu gostei, vai em prós: O filme é absurdamente sexual, para ambos os sexos, e isso foi bem usado para chamar a atenção do espectador.
  • Zack Snyder acertou na mosca as cenas que deveriam ser aumentadas. A morte do Comediante, a cena do sexo consumado entre o Coruja II e a Espectral II.
  • A trilha sonora foi muito bem escolhida e executada, no momento certo, no clima certo.
  • A cena de abertura e os créditos iniciais por si só valeram o filme, um filme me pega quando começa à 200 Km/h, Watchmen começou à 500 Km/h.
  • As atuações de Jeffrey Dean Morgan como Comediante, Patrick Wilson como Coruja e de Jackie Earle Haley como Rorschach são dignas de nota por todo o ano. São todos muito fiéis e alguns até mudaram minha visão a respeito dos personagens.
  • O filme é visualmente maravilhoso, ajuda muito o fato do elenco feminino do filme também ser um deleite aos olhos.

Contras

  • Essa “transposição literal” causou alguns problemas na narrativa, já que uma obra com 12 capítulos não caberia de forma alguma em um filme só. Não em um com menos de quatro horas.
  • A dublagem do Dr. Manhattan é um pouco incômoda para os mais críticos, parece sem sincronia.
  • Senti falta das cenas com o jornaleiro, apesar de entender seu não uso. Mas seria interessante dar ao espectador um pouco da visão “cívil” de tudo isso.
  • As cenas de Marte, umas das mais importantes da Graphic Novel, foram mal executadas e pareceram estar perdidas no meio do filme.
  • O exagero na ação gerou um problema: as partes sem ela praticamente anulavam a injeção de adrenalina, causando confusão nos leigos.
  • As mesmas cenas de ação exageradas, na qual os vigilantes destruiam paredes gerava a dúvida se eram superseres ou pessoas normais fantasiadas.
  • Malin Akerman, intérprete da Espectral II é linda, mas fez a mesma cara de pôster quase todo o filme, seus melhores momentos eram as cenas no escuro, lamentável, uma das minhas personagens favoritas.

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Baú de Ideias

Publicado por Marco Rigobelli em 10/01/2009

Como os visitantes devem ter notado, desde a metade de dezembro há um texto em destaque no topo do blog. Chama-se “Baú de Ideias” nele, vou colocar todo mês um post mais antigo.

Vai servir como uma forma de apresentar alguns dos melhores textos publicados por aqui, e claro, como um cata-corno estremamente eficaz.

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Organizando – O Roteiro – Ordens, escolhas e metodologias de desenvolvimento.

Publicado por Marco Rigobelli em 10/01/2009

No primeiro texto depois de um breve retiro desse que vos escreve, voltamos com a primeira Aula de Roteiro do ano!

curso-de-roteiro-thumb.gif Leia o resto deste post »

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35 coisas que eu aprendi jogando video game

Publicado por Marco Rigobelli em 19/12/2008

mario-star

Não precisa temer

#1 - Diferente do que a ciência diz, você não morre ao tocar estrelas. Pelo contrário, se torna invencível por um período de tempo igual à metade do tempo de vida da própria estrela em milésimos de segundos.

#2 - Alienígenas gostam de sacanear.

#3 - Os vilões costumam cumprir promessas.

#4 - Existem mais torneios de Artes-Marciais do que realmente temos conhecimento.

#5 - Efeitos Colaterais causados pela viagem no tempo podem ser facilmente corrigidos com outra viagem no tempo.

#6 - Não importa que existam milhares, mesmo milhões de zumbis. Um número par de pessoas armadas sempre são suficientes para detê-los.

Eu não fiz chapinha!

Eu não fiz chapinha!

#7 - Fantasmas não são fotogênicos.

#8 - Vilões sempre prometem que vão voltar, para melhor entender, leia o #3

#9 - Vilões sempre têm o mesmo plano mas com execuções diferentes.

#10 - Dezenas de deuses não são páreos para um cara suficientemente puto.

#11 - Encanadores podem ser muito surpreendentes.

#12 - Você pode mudar o seu destino, mas a escolha certa é sempre aquela que o destino traçou.

#13 - Quanto maior sua espada, mais as pessoas gostam de você.

#14 - Alienígenas realmente gostam de sacanear.

#15 - O passado das crianças que adotar devem ser verificados e confirmados no mínimo 6 vezes.

#16 - Os filmes não são tão bons quanto o cinema faz parecer.

#17 - A Ginástica Artística foi criada à pelo menos 2500 anos, na Pérsia.

#18 - Alienígenas, apesar de gostarem de sacanear, tem péssima mira.

#19 - Animais podem falar, correr à velocidades super-sônicas e salvar o mundo.

Se os deuses jogassem mais...

Se os deuses jogassem mais...

#20 - No momento da criação, os heróis tem vilões pré-determinados destinados a atormentarem suas vidas pela eternidade.

#21 - Princesas não gastam muito dinheiro com segurança.

#22 - Crianças de 10 anos são perfeitamente aptas a sair sozinhas pelo mundo afim de capturar criaturas capazes de fender montanhas.

#23 - Mesmo alienígenas conseguem ser sexys se também forem lésbicas.

#24 - Para-quedas são para os fracos.

#25 - Perder a memória é mais fácil do que se supõe.

#26 - Sempre há alguém mais forte do que seu último adversário.

#27 - Máquinas não são legais.

#28 - Computadores menos ainda.

#29 - Tempo é relativo.

#30 - Fidelidade cronológica é um detalhe.

#31 - Skatistas não precisam de escadas, pelo menos não para usá-las da mesma forma que as outras pessoas.

#32 - Tartarugas escondem planos malignos.

#33 - Ser Deus é mais fácil do que parece.

#34 - Conquistar o mundo não.

#35 - Um pé-de-cabra é o suficiente para fazer qualquer coisa.

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[Resenha/Série] True Blood – 1ª Temporada

Publicado por Marco Rigobelli em 19/12/2008

Sabia que tudo nos mortos endurece?

Quer ver se tudo endurece quando a gente morre, boneca?

Os Vampiros estão na moda. Fato. E com isso, a enxurrada de filmes, livros, desenhos e séries com eles como protagonistas é inevitável, como inevitável também é a quantidade de lixo/descartáveis que vêm com enxurradas do tipo.

Até porque, lendas de vampiros são tão antigas que praticamente tudo o que diz respeito à elas já foi usado.

Mas felizmente, sempre existem excessões. Leia o resto deste post »

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Organizando – A História – Padrões, rotinas e curiosidades sobre o desenvolvimento da história

Publicado por Marco Rigobelli em 06/12/2008

curso-de-roteiro-thumb.gifEssa pode ser considerada a parte menos trabalhosa de todo o processo de criação e desenvolvimento da história. É aqui também que tudo se conclui e afunila para o roteiro dos capítulos ou da edição, tanto faz.

Nesse estágio do trabalho, você pega tudo o que foi feito até então e condensa em algo coeso. Mesmo aqui, ainda é possível transformar uma história ruim em algo bom, apenas sabendo escolher sabiamente o que fica e o que vai ser descartado entre as idéias que você teve até agora.

Mas como, e em qual ordem você faz isso é muito pessoal, eu costumo primeiro ligar as histórias e os acontecimentos de cada personagem fazendo uma revisão, porque por mais que nada disso seja mostrado ou mesmo usado durante o decorrer da HQ, eu acho importante saber de todos esses detalhes para enriquecer os personagens, para entender como a psicologia deles funciona e assim torná-los mais críveis como pessoas (ou animais falantes, alienígenas, demônios…). Depois, organizo o cenário e como os personagens se situam nele, além de colocar como o mundo se envolve e o quanto ele é responsável pela história, repito, isso é pessoal; até porque, uma das minhas características é sempre destacar o cenário da história como um dos protagonistas, tentar esclarecer quais foram as influência nas personalidades dos personagens pelo que o mundo foi responsável.

Aqui, muitas das idéias podem surgir sem aviso, que talvez mudem completamente os planos do autor e podem até concertar algumas displicências do enredo, o Plot pode ser aperfeiçoado e o andamento das páginas é planejado. Aqui também é quando muitas idéias já concebidas podem e vão ser colocadas em cheque ou até mescladas tornando o enredo mais consistente e surpreendente para o leitor.

Não que isso tudo que foi planejado vai ser seguido, dificilmente é. A história sempre pode tomar rumos inesperados, até porque, quem deve guiá-la são os personagens, não o roteirista. A organização serve exatamente para que a história tome um rumo próprio mas sem parecer confusa ou improvisada em excesso.

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[Resenha/Música] Gackt – Jesus

Publicado por Marco Rigobelli em 01/12/2008

GacktJesusCover

Outro Single? Nãããããooooooo...

Essa é a primeira resenha que farei pelo blog, começando com uma músical e com meu músico favorito. O japonês Gackt Camui.

Como tem sido comum para ele ultimamente, Jesus é mais um Single. Reza a lenda ser uma prévia do próximo álbum que pelo visto só sai junto com Duke Nukem Forever.

Prós

  • No pacote especial de CD+DVD, além do Single vem um clipe da faixa título. De longe o melhor da carreira do cantor, que segue o tema da música e tem fotografia e direção de níveis muito altos.
  • Tem também o mais belo encarte entre todos os Álbuns e Singles de seu trabalho solo.

Mas é uma pena, porque as coisas boas acabam aqui.

Contras

  • A parte técnica é sim muito boa. O problema é a música, aquilo que interessa, ele tenta novamente visitar o Hardcore assim como foi em Wa.su.re.nai.ka.ra. Mas diferente da música citada, em Jesus não funciona. O que sempre marcou a carreira solo do Gackt para mim são as músicas diferenciadas com experiências e mistura, geralmente evitando as tendências e constantemente usando de piano e violino além de aproveitar a ótima banda que é a GacktJob. Essa última investida, me pareceu mais por preguiça do que por ter composto algo realmente bom, já que a música acabou ficando repetitiva e cansativa. Senti como se o vocalista do AKFG tivesse recebido uma voz mais grave.
  • Mais uma vez ele coloca uma música antiga sem mudança fácilmente perceptível com relação à versão original. Dessa vez foi com Sayonara. É basicamente a mesma música, com umas poucas diferenças e que ao ser reaproveitada neste disco acabou gerando o boato de que ele estaria se despedindo de sua carreira muscial.
  • Temos também outra mania constante dele que é acrescentar as versões “instrumentais” das músicas presentes no Single. Coloco instrumentais entre aspas porque na minha concepção, os backing vocals não são parte do conceito intrumental. Mas como sempre acontece, eles estão lá, em uma versão literalmente tirada da música já que nenhuma alteração no tom ou na levada das músicas, o que geralmente se espera de versões instrumentais, foi feita. Deveria ser chamada de versão Karaoke…

Um sério déficit de inspiração ou pura preguiça, uma dessas duas coisas vem afetando o trabalho da mais bela voz da música japonesa, como ele é conhecido. Já que além do fato de só ter lançado Singles nos últimos tempos, estes mesmos Singles serem extremamente repetitivos, parecerem versões pasteurizadas de outras músicas dele e não chegarem nem perto do que ele é capaz vem diminuindo cada vez mais a espectativa tanto dos fãs quanto da crítica com relação a seus futuros intercursos musicais.

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