Ideias Soltas no Ar

As ideias podem não ter mais acento, mas ainda continuam as mesmas (ou quase).

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[Resenha/Games] Prototype – PC, PS3, Xbox 360

Publicado por Marco Rigobelli em 19/06/2009

Ele é quase uma mistura do Homem-Aranha com o Carnificina

Ele é quase uma mistura do Homem-Aranha com o Carnificina

A Indústria dos games cresceu tanto nesses últimos anos que a quantidade de jogos parecidos, lançados na mesma época é imensa. Isso não pode ser considerado plágio ou massificação, é o crescimento que leva a algo assim, crescimento que torna esse mercado cada vez mais e mais competitivo fazendo com que mesmo tendo dezenas de jogos iguais sendo lançados ao mesmo tempo, apenas os realmente bons conseguem permanecer.

Esse é o caso de Prototype, jogo que engana pelos trailers, parecendo só um mais do mesmo violento com características da aclamada série GTA e detalhes muito semelhantes aos do exclusivo para PS3, InFamous.

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[Resenhas / Games] Revista Edge Brasil

Publicado por Marco Rigobelli em 18/06/2009

Capa da edição #1

Capa da Edição #1

Resenhas de revistas não são comuns em lugar nenhum, por isso saio na frente publicando esta sobre o novo lançamento da Editora Europa em substituição à Gamemaster. A edição brasileira de famosa revista britânica Edge.

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35 coisas que eu aprendi jogando video game

Publicado por Marco Rigobelli em 19/12/2008

mario-star

Não precisa temer

#1 - Diferente do que a ciência diz, você não morre ao tocar estrelas. Pelo contrário, se torna invencível por um período de tempo igual à metade do tempo de vida da própria estrela em milésimos de segundos.

#2 - Alienígenas gostam de sacanear.

#3 - Os vilões costumam cumprir promessas.

#4 - Existem mais torneios de Artes-Marciais do que realmente temos conhecimento.

#5 - Efeitos Colaterais causados pela viagem no tempo podem ser facilmente corrigidos com outra viagem no tempo.

#6 - Não importa que existam milhares, mesmo milhões de zumbis. Um número par de pessoas armadas sempre são suficientes para detê-los.

Eu não fiz chapinha!

Eu não fiz chapinha!

#7 - Fantasmas não são fotogênicos.

#8 - Vilões sempre prometem que vão voltar, para melhor entender, leia o #3

#9 - Vilões sempre têm o mesmo plano mas com execuções diferentes.

#10 - Dezenas de deuses não são páreos para um cara suficientemente puto.

#11 - Encanadores podem ser muito surpreendentes.

#12 - Você pode mudar o seu destino, mas a escolha certa é sempre aquela que o destino traçou.

#13 - Quanto maior sua espada, mais as pessoas gostam de você.

#14 - Alienígenas realmente gostam de sacanear.

#15 - O passado das crianças que adotar devem ser verificados e confirmados no mínimo 6 vezes.

#16 - Os filmes não são tão bons quanto o cinema faz parecer.

#17 - A Ginástica Artística foi criada à pelo menos 2500 anos, na Pérsia.

#18 - Alienígenas, apesar de gostarem de sacanear, tem péssima mira.

#19 - Animais podem falar, correr à velocidades super-sônicas e salvar o mundo.

Se os deuses jogassem mais...

Se os deuses jogassem mais...

#20 - No momento da criação, os heróis tem vilões pré-determinados destinados a atormentarem suas vidas pela eternidade.

#21 - Princesas não gastam muito dinheiro com segurança.

#22 - Crianças de 10 anos são perfeitamente aptas a sair sozinhas pelo mundo afim de capturar criaturas capazes de fender montanhas.

#23 - Mesmo alienígenas conseguem ser sexys se também forem lésbicas.

#24 - Para-quedas são para os fracos.

#25 - Perder a memória é mais fácil do que se supõe.

#26 - Sempre há alguém mais forte do que seu último adversário.

#27 - Máquinas não são legais.

#28 - Computadores menos ainda.

#29 - Tempo é relativo.

#30 - Fidelidade cronológica é um detalhe.

#31 - Skatistas não precisam de escadas, pelo menos não para usá-las da mesma forma que as outras pessoas.

#32 - Tartarugas escondem planos malignos.

#33 - Ser Deus é mais fácil do que parece.

#34 - Conquistar o mundo não.

#35 - Um pé-de-cabra é o suficiente para fazer qualquer coisa.

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A fuga e a ótima sacada da Microsoft

Publicado por Marco Rigobelli em 28/10/2008

Pra ninguém dizer que a gente não procurou por ele

Pra ninguém dizer que a gente não procurou por ele

Desde sua criação, os video games tem gerado o fascínio entre as pessoas, crianças ou adultos. E isso se comprova durante algum momento na vida de todos os que tem como parte de sua rotina jogar por algumas horas do dia.

E eu fazendo parte dessa classe posso afirmar: Muito difícilmente jogadores frequentes dos jogos eletrônicos não passaram por uma fase na qual o game com o qual estavam envolvidos não só parecia como de alguma forma, geralmente doentia, provava ser mais importante que o mundo à sua volta. Seja por causa da imersão que ele causa, o desafio, seja por algum problema pessoal/profissional/familiar/financeiro/amoroso ou qualquer outro motivo que meu irritante quê de psicólogo se atreva a expecular.

O problema é que à alguns anos atrás, isso não passava de cinco horas/dias/meses de jogatina ininterrupta, lhe seduzindo a ponto de te fazer esquecer das obrigações e compromissos. Mas nada que um puxão de orelha ou um “acorda pra cuspir” não resolvesse.

Só que como o maior talento da humanidade é tornar-se mais e mais patética à medida que o tempo passa,  essa semana tivemos um acontecimento que pode ser usado como o sinal dos tempos. Um moleque de 15 anos fugiu de casa porque foi proibido de jogar Call of Duty 4. Sim, o chorão canadense esquecia da vida jogando o fps; que não dando razão à ele, é um jogo merecedor dessa devoção; até que seus pais se irritaram e lhe tomaram a sua 3RL Machine o seu Xbox 360. Impedindo ele de jogar, e assim alimentar o vício.

Com um pouco de distorção dos efeitos colaterais e dos perigos, é mais ou menos como dependência por drogas ilícitas. Os pais descobrem, se preocupam, discutem a respeito, consideram o filho doente e ao invés de procurarem tratamento e ajuda média ou psicológica, não. Resolvem cortar o acesso do garoto à sua fonte, trancando ele no quarto, amarrando em correntes ou no caso, jogando o console no fundo do guarda-roupas de algum vizinho. Eles consideram isso uma punião ou algo que fizeram, em sua visão deturpada, de bem para seu rebento.

É óbvio que isso tudo é feito com a melhor das intenções. Da mesma forma, todos os filmes do Uwe Bowl também foram feitos com ótimas intenções (eu espero), isso não significa que é a coisa certa à ser feita. Já que o afastamento pode causar ao viciado um trauma capaz de lhe tirar a razão. Além do mais, cedo ou tarde as luzes da morte apareceriam e trariam o mesmo pânico para o fugitivo. Só que como foi uma atitude daqueles considerados por ele seus “superiores diretos” ao invés de choramingar e implorar por um aparelho novo a rebeldia pareceu a decisão mais correta que ele poderia tomar.

E ele aparentemente conseguiu o que queria, além de atenção da imprensa, a própria Microsoft está oferecendo uma recompensa para quem der a localização do fujão, porque ela também se demonstra extremamente preocupada com o acontecido. Mas para mim parece mais com ela se colocando de prontidão antes que receba qualquer tipo de processo, já que em casos como esse, a primeira atitude legal que a família toma é jogar a culpa na produtora do jogo ou na fabricante do console. A empresa do Tio Bill como já é bastante experiente no assunto, tomou uma providência rápida e inteligente já que 19 mil dólares não chegaria nem perto da gorda indenização que os pais pediriam em juízo.

A caçada continua. Ele continua desaparecido desde 13 de Outubro, o que não é pouco tempo. Um rapaz de 15 anos difícilmente sobreviveria tanto longe dos pais, principalmente após fugir de casa. Então ou ele conseguiu um modo de se manter, ou morreu ou está escondido na casa de alguém jogando CoD, ou até Gears of War II.

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[ATUALIZADO] Chrono Trigger, we will back in time again?

Publicado por Marco Rigobelli em 07/07/2008

E essa semana minha cabeça explodiu! Eu juro que queria ter postado algo antes, mas minha euforia era tão incontrolável que eu tive que esperar ela passar para tentar escrever algo o mais sucinto possível a esse respeito. Leia o resto deste post »

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