Ideias Soltas no Ar

As ideias podem não ter mais acento, mas ainda continuam as mesmas (ou quase).

Posts com Tag ‘Resenha’

[Resenha/Games] Prototype – PC, PS3, Xbox 360

Publicado por Marco Rigobelli em 19/06/2009

Ele é quase uma mistura do Homem-Aranha com o Carnificina

Ele é quase uma mistura do Homem-Aranha com o Carnificina

A Indústria dos games cresceu tanto nesses últimos anos que a quantidade de jogos parecidos, lançados na mesma época é imensa. Isso não pode ser considerado plágio ou massificação, é o crescimento que leva a algo assim, crescimento que torna esse mercado cada vez mais e mais competitivo fazendo com que mesmo tendo dezenas de jogos iguais sendo lançados ao mesmo tempo, apenas os realmente bons conseguem permanecer.

Esse é o caso de Prototype, jogo que engana pelos trailers, parecendo só um mais do mesmo violento com características da aclamada série GTA e detalhes muito semelhantes aos do exclusivo para PS3, InFamous.

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[Resenhas/Cinema] Watchmen – O Filme

Publicado por Marco Rigobelli em 10/03/2009

Achou mesmo que eu não colocaria nenhuma piadinha idiota aqui?

Achou mesmo que eu não colocaria nenhuma piadinha idiota aqui?

Falar de Watchmen é complicado para 90% dos fãs de quadrinhos e nerds em geral. Eleita uma das maiores obras de literatura da história, ela mexeu e ainda mexe com muitos sentimentos e conceitos, até então, pré-estabelecidos a respeito das histórias em quadrinhos e do universo dos Super-Heróis.

Creio que na verdade, até Watchmen e Batman – O Cavaleiro das Trevas os quadrinhos nunca tiveram uma obra símbolo, personagens símbolo sim, às dezenas, mas uma obra que fosse importantíssima por si só independente de quem a protagonizasse. Não.

Foi então que alguns anos atrás, em um Easter Egg dentro de um dos trailers do ótimo 300 o que já era fato foi oficializado: Watchmen seria finalmente adaptado aos cinemas e com a direção de Zack Snyder. Muito tempo se passou, com a divulgação do elenco, o temor dos fãs, protestos do roteirista Alan Moore (que se você não sabe quem é, retire-se deste blog agora!) e dúvidas sobre como tudo seria feito. Até o primeiro teaser, aclamado por grande parte daqueles que o viu, trazendo um fôlego que parecia ter se esvaído, junto com o aperto no coração dos fãs, tudo parecia muito bom. Mas ainda precisávamos ver para crer. Então no dia 6 de março de 2009 o filme teve sua estréia mundial.

Prós

  • Como bem definiu o Mushisan: “Watchmen não é um filme, é uma transposição quase literal de uma obra entre mídias.”, a útlima vez que tive a sensação de ler HQs em movimento foi com 300 do mesmo diretor. Esperava por algo assim e não me decepcionei.
  • Na verdade, não sei em qual ponto colocar esse quesito, mas como eu gostei, vai em prós: O filme é absurdamente sexual, para ambos os sexos, e isso foi bem usado para chamar a atenção do espectador.
  • Zack Snyder acertou na mosca as cenas que deveriam ser aumentadas. A morte do Comediante, a cena do sexo consumado entre o Coruja II e a Espectral II.
  • A trilha sonora foi muito bem escolhida e executada, no momento certo, no clima certo.
  • A cena de abertura e os créditos iniciais por si só valeram o filme, um filme me pega quando começa à 200 Km/h, Watchmen começou à 500 Km/h.
  • As atuações de Jeffrey Dean Morgan como Comediante, Patrick Wilson como Coruja e de Jackie Earle Haley como Rorschach são dignas de nota por todo o ano. São todos muito fiéis e alguns até mudaram minha visão a respeito dos personagens.
  • O filme é visualmente maravilhoso, ajuda muito o fato do elenco feminino do filme também ser um deleite aos olhos.

Contras

  • Essa “transposição literal” causou alguns problemas na narrativa, já que uma obra com 12 capítulos não caberia de forma alguma em um filme só. Não em um com menos de quatro horas.
  • A dublagem do Dr. Manhattan é um pouco incômoda para os mais críticos, parece sem sincronia.
  • Senti falta das cenas com o jornaleiro, apesar de entender seu não uso. Mas seria interessante dar ao espectador um pouco da visão “cívil” de tudo isso.
  • As cenas de Marte, umas das mais importantes da Graphic Novel, foram mal executadas e pareceram estar perdidas no meio do filme.
  • O exagero na ação gerou um problema: as partes sem ela praticamente anulavam a injeção de adrenalina, causando confusão nos leigos.
  • As mesmas cenas de ação exageradas, na qual os vigilantes destruiam paredes gerava a dúvida se eram superseres ou pessoas normais fantasiadas.
  • Malin Akerman, intérprete da Espectral II é linda, mas fez a mesma cara de pôster quase todo o filme, seus melhores momentos eram as cenas no escuro, lamentável, uma das minhas personagens favoritas.

Compre Watchmen – Edição Definitiva por R$ 120,00 no Submarino.

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[Resenha/Série] True Blood – 1ª Temporada

Publicado por Marco Rigobelli em 19/12/2008

Sabia que tudo nos mortos endurece?

Quer ver se tudo endurece quando a gente morre, boneca?

Os Vampiros estão na moda. Fato. E com isso, a enxurrada de filmes, livros, desenhos e séries com eles como protagonistas é inevitável, como inevitável também é a quantidade de lixo/descartáveis que vêm com enxurradas do tipo.

Até porque, lendas de vampiros são tão antigas que praticamente tudo o que diz respeito à elas já foi usado.

Mas felizmente, sempre existem excessões. Leia o resto deste post »

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[Resenha/Música] Gackt – Jesus

Publicado por Marco Rigobelli em 01/12/2008

GacktJesusCover

Outro Single? Nãããããooooooo...

Essa é a primeira resenha que farei pelo blog, começando com uma músical e com meu músico favorito. O japonês Gackt Camui.

Como tem sido comum para ele ultimamente, Jesus é mais um Single. Reza a lenda ser uma prévia do próximo álbum que pelo visto só sai junto com Duke Nukem Forever.

Prós

  • No pacote especial de CD+DVD, além do Single vem um clipe da faixa título. De longe o melhor da carreira do cantor, que segue o tema da música e tem fotografia e direção de níveis muito altos.
  • Tem também o mais belo encarte entre todos os Álbuns e Singles de seu trabalho solo.

Mas é uma pena, porque as coisas boas acabam aqui.

Contras

  • A parte técnica é sim muito boa. O problema é a música, aquilo que interessa, ele tenta novamente visitar o Hardcore assim como foi em Wa.su.re.nai.ka.ra. Mas diferente da música citada, em Jesus não funciona. O que sempre marcou a carreira solo do Gackt para mim são as músicas diferenciadas com experiências e mistura, geralmente evitando as tendências e constantemente usando de piano e violino além de aproveitar a ótima banda que é a GacktJob. Essa última investida, me pareceu mais por preguiça do que por ter composto algo realmente bom, já que a música acabou ficando repetitiva e cansativa. Senti como se o vocalista do AKFG tivesse recebido uma voz mais grave.
  • Mais uma vez ele coloca uma música antiga sem mudança fácilmente perceptível com relação à versão original. Dessa vez foi com Sayonara. É basicamente a mesma música, com umas poucas diferenças e que ao ser reaproveitada neste disco acabou gerando o boato de que ele estaria se despedindo de sua carreira muscial.
  • Temos também outra mania constante dele que é acrescentar as versões “instrumentais” das músicas presentes no Single. Coloco instrumentais entre aspas porque na minha concepção, os backing vocals não são parte do conceito intrumental. Mas como sempre acontece, eles estão lá, em uma versão literalmente tirada da música já que nenhuma alteração no tom ou na levada das músicas, o que geralmente se espera de versões instrumentais, foi feita. Deveria ser chamada de versão Karaoke…

Um sério déficit de inspiração ou pura preguiça, uma dessas duas coisas vem afetando o trabalho da mais bela voz da música japonesa, como ele é conhecido. Já que além do fato de só ter lançado Singles nos últimos tempos, estes mesmos Singles serem extremamente repetitivos, parecerem versões pasteurizadas de outras músicas dele e não chegarem nem perto do que ele é capaz vem diminuindo cada vez mais a espectativa tanto dos fãs quanto da crítica com relação a seus futuros intercursos musicais.

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